O homem constrói casas porque esta vivo,mas escreve livros porque se sabe mortal.
Ele vive em grupo porque é gregário, mas lê, porque se sabe só.
(Daniel Pennac)
Daniel Pennac, um sábio professor, ainda reflete sobre “Os Direitos Inalienáveis do Leitor”! Para o mestre, o verbo LER não suporta imperativos, ninguém obriga ninguém a mar, dizendo AME! Portanto, o mesmo não se faz com o verbo LER, ler é um direito e o leitor tem até mesmo o direito de não ler quando não quiser! Professor......não diga ao seu aluno LEIA, mude o discurso.... Que tal se lêssemos um pouquinho para alimentar a alma! Soa bem melhor!
ResponderExcluirUm dia, no intervalo de uma aula de Didática da Literatura, Daniel Pennac disse que a sua biblioteca estava dividida em três partes: os livros que leu, os livros que ainda quer ler e aqueles outros que desistiu de ler ou cuja leitura adiou para data incerta.
Com esse relato, jamais teremos remorsos por comprar mais livros do que aqueles que conseguimos ler, jamais voltaremos a nos sentir mal por não conseguir acabar um livro ou por não lembrar os motivos que levaram a optar pela aquisição de outro.
Aquilo que mais me apaixona na vida são os LIVROS! O cheiro, o toque, o peso. Ainda hoje não consigo sair à rua sem um livro, mesmo sabendo que poderei não ter um tempinho para ele, mas ele está ali, no médico, no dentista, no carro....nunca se sabe quando surge a oportunidade ou vontade de ler, sinto-me despida se não o fizer. De fato, me reconheço em cada um dos.... “Os Direitos Inalienáveis do Leitor” (in PENNAC, Daniel, Como um Romance):
Fica aqui a sugestão de leitura!